Amor, Sexo e Espiritualidade

Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula, pois aos devassos e adúlteros Deus os julgará” (Hb.13:4). O tradutor usa a palavra “leito”, que é sinônimo de “cama”; talvez por ser uma palavra mais elegante. Porém, o texto original usa o vocábulo grego “koité”, de onde vem a palavra “coito”. Portanto, tanto o matrimônio quanto o coito (o ato sexual em si) devem ser igualmente honrados.
Parece bobagem? Mas não é! Nossa sociedade tem transformado o sexo numa coisa suja, banalizando-o, coisificando-o. Rita Lee retrata isso em uma de suas composições, em que diz que o amor é cristão, mas o sexo é pagão. A pornografia nada mais é do que a vulgarização de algo sagrado, a perversão da justiça. Sexo é comunhão, e a cama do casal é um altar onde o que ali se pratica deve ser encarado como uma oferta de amor. Não há comunhão sem comunicação. Tampouco há sexo plenamente satisfatório sem amor.



Um relacionamento sem amor não produz um ambiente propício à comunicação franca, sincera, aberta. Logo na primeira estrofe de seu maravilhoso hino acerca do amor, Paulo declara: “Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa, ou como o sino que tine”. Ora, Paulo era um poliglota. Para circular livremente pelas províncias romanas, ele teria que falar, pelo menos, quatro idiomas: grego, latim, aramaico e hebraico. Ele sabia, entretanto, que não bastava dominar vários idiomas para poder comunicar-se com pessoas de culturas diferentes. Se ele quisesse comunicar algo, ele teria que dominar o idioma do amor. O verbo “comunicar” tem o sentido de tornar algo comum entre pessoas diferentes. Comunicar é construir pontes entre mundos diferentes. Cada pessoa é um mundo distinto. Para podermos atravessar o abismo que nos separa uns dos outros, precisamos de pontes. O idioma é apenas o pavimento desta ponte. O amor pode ser comparado às colunas abaixo do pavimento, que dá sustentação à estrutura da ponte. Sem amor, o pavimento cede, e a ponte cai.

A pessoa pode falar quantos idiomas puder, e até mesmo a língua angelical. Com isso, ela impressionará muita gente, mas não fará mais do que barulho. Ela pode até comunicar idéias, mas jamais vai conseguir comunicar seu ser. A verdadeira comunicação transcende o campo das idéias. Os termos comunicação e comunhão são sinônimos. Através da Sua Palavra, Deus nos comunica Seu próprio Ser. Não nos comunicamos pra tentar convencer alguém de que estamos certos em nosso ponto de vista. Em vez disso, nos comunicamos para tornar alguém participantes daquilo que temos recebido. Essa é a essência da comunicação, de acordo com as Escrituras. E isso só é possível mediante o amor.

Quando não há amor, falta diálogo, mas sobra discussão. E sabe por quê? Porque ninguém quer dar o braço a torcer. Aos poucos, o tom de voz vai se alterando, e o que deveria ser um diálogo edificante, torna-se uma gritaria irracional.

A diferença entre um diálogo e uma discussão é que o primeiro se baseia na necessidade que ambos de têm de se compreender mutuamente. O segundo se baseia na insistência que ambos têm de provar que estão com a razão.

Discutir é entrar na contramão do outro. Toda discussão leva à colisão. Já o diálogo produz o encontro.

O amor tem sua própria linguagem, que abrange desde sons inteligíveis pronunciados pelos lábios, passando por expressões corporais, cheiros, toques, olhares, gemidos, sendo capaz de expressar-se até no silêncio


Fonte: GENIZAH - genizahvirtual.com (http://bit.ly/sexo-amor-espiritualidade)

O Anel

Lindo. Para quem gosta de apresentações artísticas.

Masturbação e Pecado

O pastor Mark Driscoll responde a uma pergunta sobre a legitimidade da masturbação como forma de controle de natalidade, e acaba abordando o tema sob a perspectiva da Palavra de Deus: afinal, masturbação é ou não pecado?



Em testemunho
--Danilo.

O Ministério da Reconciliação

"E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.
Ora, tudo provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo e nos deu o ministério da reconciliação, a saber, que Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens as suas trangressões, e nos confiou a palavra da reconciliação." (2 Co 5, 17-19)




Não há palavras...
Simplesmente lindo.

Em testemunho
--Danilo.

Ponte para a Vida



Um excelente vídeo, produzido pela Billy Graham Evangelistic Association. Como estava em inglês e não havia versão legendada, eu mesmo coloquei legendas e agora aqui está ele, em primeira mão!
Espero que gostem...

Jesus Cristo Mudou Meu Viver!



Esse é um vídeo produzido pela Igreja Sal da Terra de Uberlândia. O original é de uma igreja americana, mas todos que aparecem nesse vídeo congregam aqui, em nosso ministério. Todos os testemunhos que compõem esse vídeo são verdadeiros, e refletem as experiências que cada um desses irmãos viveram com Cristo.

A Páscoa do Senhor


Aconteceu no Egito, dia 14 de abibe do ano em que os filhos de Israel foram livres da escravidão. Esse seria um dia decisivo. Dia de regozijo para alguns e desespero para outros. Naquela noite, o anjo da morte visitaria o Egito e mataria a todos os primogênitos, desde os animais ate o filho de Faraó.

Como fariam os israelitas para escapar dessa destruição? Não lhes bastaria serem filhos de Abraão. Sua linhagem não os salvaria, independente de quem fossem filhos. Não seria suficiente serem pessoas boas e religiosas, que observassem os ensinamentos antigos e as tradições. O livramento se daria mediante a obediência ao que Deus falara a Moisés. Naquela tarde, as famílias dos israelitas deveriam se reunir, cada uma deveria matar para si um cordeiro e seu sangue deveria ser passado nos portais das casas. Dentro delas, as famílias comeriam a carne do animal juntamente com ervas amargas.

A terrível noite chegou e, com ela, o anjo destruidor. Por onde ele passava, deixava as famílias em agonia pela perda de seus filhos. Só escaparam da tragédia aquelas casas em cujas portas havia o sangue protetor. Essa foi primeira páscoa. Páscoa significa "passar por cima", ou seja, o anjo passava por aqueles que estavam protegidos pelo sangue e não os destruía. (Ex 12).

Naquela mesma noite, os israelitas saíram do Egito. A partir desse dia, em todos os anos, na mesma data, os israelitas comemoram a páscoa, matando um cordeiro e comendo a sua carne. Essas comemorações eram apenas símbolo da páscoa comemorada por Jesus com seus discípulos, momentos antes da sua morte. Todos os cordeiros mortos representavam o cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo (João 1.29) e que seria morto em uma páscoa. Paulo escreveu aos Coríntios: "Cristo é a nossa páscoa" (1Co 5.7). Sua morte significou o nosso livramento, a nossa salvação. Ninguém poderá se salvar baseado em sua própria justiça ou bondade, ostentando sua religiosidade ou invocando sua linhagem ou seu pedigree, mas é o sangue de Jesus, o cordeiro de Deus, que nos salva. Ele morreu para que nao morramos espiritualmente, mas tenhamos a vida eterna.

Como vimos, Deus ordenou que os filhos de Israel, os judeus, comemorassem a páscoa todos os anos no mês de abibe, que começa em meados de março e termina em abril. Nós, porém, não somos israelitas e não temos o dever de comemorar anualmente a páscoa. Não, ao menos, da maneira como eles o faziam.

Nem mesmo os judeus tem esse dever na atualidade, pois, após a morte de Jesus, todos os sacrifícios de animais deveriam ser abolidos. "Cristo, que é a nossa páscoa, já foi sacrificado por nós." (1Co 5.7).

Atualmente, muitas pessoas pelo mundo afora comemoram a páscoa. Essa comemoração esta repleta de alterações em relação ao sentido original. Em lugar do cordeiro, fazem menção aos coelhos. Em lugar das ervas amargas, as pessoas comem chocolate. CHOCOLATE!!! Conosco, é assim: procuramos algo mais fácil e mais agradável.

Não estamos proibidos de comer chocolate (ufa!), mas não devemos ignorar o verdadeiro sentido da páscoa. Temos, sim, uma comemoração relacionada a essa festa: a ceia do Senhor. Esta é a nossa páscoa. Não realizada apenas uma vez por ano, mas todas as vezes que comemos o pão e bebemos o vinho em memória da morte do Senhor Jesus.

Estes somos nós, a família do Senhor, comendo a carne do cordeiro e bebendo o seu sangue. Nesse momento, nos recordamos que éramos escravos no Egito, o nosso egoísmo, e que Faraó, Satanás, nos mantinha sob o seu domínio. Mas, naquela tarde de páscoa, o Cordeiro de Deus, o primogênito de Deus, morreu em nosso lugar. Regozijemo-nos e alegremo-nos. O anjo da morte não nos alcançará, pois "nenhuma condenação ha para os que estão em Cristo Jesus".

Feliz Páscoa!!!

Em testemunho
--Danilo.

Ed René Kivitz - O que é Ser Cristão?



Um pequeno trecho desta tremenda mensagem, do Pr. Ed René Kivitz. Vale muito a pena conferir.

Em testemunho
--Danilo.